02/05/2022

RESENHA: O CHEFÃO




Título: O chefão
Autor(a): Vi Keeland 
Número de páginas: 300
Editora: Clube essência
Sinopse: Na primeira vez que vi Chase Parker não causei exatamente uma boa impressão. Eu estava escondida no banheiro de um restaurante, mandando mensagem de áudio para minha melhor amiga me salvar de um encontro horrível. Ele ouviu, disse que eu era uma canalha e começou a me oferecer conselhos não solicitados de namoro. Eu disse a ele que cuidasse de sua própria vida e voltei para meu encontro miserável. Ao passar pela minha mesa ele sorriu e eu assisti seu traseiro sexy e arrogante voltar para seu jantar. Não pude evitar trocar olhares com o idiota condescendente do outro lado do restaurante. Quando o deslumbrante desconhecido e sua acompanhante apareceram de repente em nossa mesa, pensei que ele iria me denunciar. Mas, ao invés disso, ele fingiu que nos conhecíamos e se juntou a nós – contando histórias elaboradas e embaraçosas sobre nossa suposta infância. E, sem que eu me desse conta, meu encontro tedioso se tornou extremamente excitante. Depois que nos separamos, não consegui parar de pensar naquele estranho que jamais veria novamente. Afinal, quais eram as chances de encontrá-lo de novo em uma cidade com oito milhões de pessoas?

''- Isso não é ter pânico. Pânico é quando você deixa o medo controlar sua vida, impedindo que você faça as coisas. Quando você tem medo, mas encara as situações e segue vivendo, isso é ser corajoso.''

 

Mais uma resenha de um livro da Vi Keeland. Conheci a escrita da autora recentemente e estou gostando bastante. Eu já havia falado sobre esse livro lá no instagram instagram, mas acabei esquecendo de trazer para cá também. 


''O chefão'' realmente conseguiu me surpreender de diferentes maneiras, apesar do título tão simples. Não sei se foi o jeito de começar tão descontraído e leve ou se foi o fato do CEO fugir do habitual nas obras literárias, que é sempre frio.


Aqui o CEO é muito amor. Um personagem apaixonante. Temos uma história que começa basicamente num restaurante. Reese está num encontro péssimo e não sabe como sair dele de uma maneira que não pareça tão deselegante. Tenso, não é?


Quem escuta a sua reclamação é o Chase, que acaba indo ajudá-la posteriormente, fingindo que a conhecia.


O enredo começa de maneira engraçada, Chase é aquele encantador que rouba a cena, literalmente. De repente, aquele homem estava inventando mil e uma histórias que viveu com aquela mulher que ele nem conhecia. Apesar do encontro desastroso, no final, deu tudo certo. 


Mas quais seriam as chances de reencontrar aquele homem em uma cidade com oito milhões de habitantes? Quase nula, não é? Mas não foi.


• Como eu já disse, o livro começa daquele jeito divertido, a interação entre eles também é bem tranquila e assim vai seguindo até que seja aprofundado o passado dos personagens. Estou notando essa semelhança nas obras da autora que já li, os começos são sempre leves de alguma maneira.


Ambos lidam com seus próprios traumas diariamente e nem sempre é fácil fingir que nada aconteceu. O enredo possui plots twists que realmente me pegaram de surpresa.


Reese reluta em se envolver com Chase por diversos fatores, um deles é porque ele é o seu chefe, então já imaginem a situação.


É uma leitura que flui. O drama que vem no seu desenvolvimento é algo que o leitor não imaginava, principalmente pela forma tão descontraída que tudo começou.


Os personagens possuem um passado triste e é bom vê-los superando. Sem dúvidas, um livro bem mais leve do que imaginei.


Já leram? Qual o seu preferido da autora? 

Advogada, escritora, resenhista crítica literária, embaixadora da Editora Hábito, perfeccionista, metade anáfora, metade metáfora e uma romântica nata.

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